Resumo

O vírus SARS-CoV-2, promotor da COVID-19, já infectou milhões de pessoas em todo o mundo, resultando em milhares de vítimas fatais. Assim como SARS e MERS-CoV, o coronavírus SARS-CoV-2 parece escapar da vigilância imunológica na fase inicial da infecção e pode amortecer esta função. Este vírus pode permanecer latente durante 2 a 14 dias no hospedeiro levando a infecção sintomática não grave ou à síndrome respiratória aguda com aumento da carga viral. A patogênese do SARS CoV-2 é acompanhada pela resposta exacerbada do sistema imunológico levando à tempestade de citocinas que causa uma reação inflamatória excessiva. Como ainda não há tratamento eficaz disponível para a doença e as vacinas não estão disponíveis para a maioria das pessoas, aumentar a resposta imunológica na fase assintomática é crucial para manter uma boa saúde. O aumento da imunidade inata por meio de intervenções nutricionais ou uso de homeopatia pode ajudar a diminuir esta pandemia e salvar muitas vidas. Uma boa nutrição é fundamental para construir um sistema imunológico forte, enquanto a desnutrição é considerada a causa mais predominante da imunodeficiência em todo o mundo. Estudos demonstram também a ação de complexos homeopáticos aumentando o potencial de defesa da imunidade inata o que pode promover um reforço do sistema imunológico. Assim, uma dieta saudável ou suplementação adequada, associadas ao distanciamento social, podem ser as melhores ações preventivas para superar a batalha contra o SARS CoV-2.

Introdução

O vírus SARS-CoV-2, promotor da COVID-19, já infectou milhões de pessoas em todo o mundo, resultando em milhares de vítimas fatais. Enfrentando essa crise sem precedentes na história da humanidade, diversos grupos de pesquisa, indústrias farmacêuticas e governos têm realizado esforços para desenvolver vacinas e medicamentos. Pessoas de diversas áreas do conhecimento estão fazendo a sua parte para superar essa crise. Embora urgente e absolutamente necessário, uma terapêutica ou vacina confiável ainda é indefinida e esse status quo pode permanecer por um período de tempo incerto. Levando isso em consideração, o aumento da imunidade inata e adaptativa por meio de intervenções nutricionais pode ajudar a diminuir esta pandemia e salvar muitas vidas.

A imunidade inata compreende 1) o mecanismos de defesa primária do nosso organismo contra patógenos externos (bactérias, vírus, fungos), incluindo o integridade da pele e das barreiras mucosas, e 2) os componentes de defesa mais avançada contra o mesmos patógenos, uma vez que devem superar essas barreiras, com base na atividade dos monócitos circulantes e sua transformação em macrófagos, os elementos celulares que atacarão e tentarão bloquear a invasão. A imunidade adquirida é baseada na proliferação e diferenciação equilibrada de linfócitos em células B, que se destinam principalmente à produção de anticorpos circulantes e células T, que se diferenciam em diferentes subtipos que produzem diferentes citocinas, moléculas envolvidas na resposta inflamatória a patógenos, alguns dos quais aumentam o poder da resposta inflamatória, enquanto outros tendem a modular e possivelmente atenuar

isso. Uma dieta pobre pode levar ao comprometimento da imunidade, resultando em suscetibilidade a infecções virais. Nutrientes (vitaminas, minerais, oligoelementos) podem ser usados como uma ferramenta para modular a resposta imunológica e, assim, impedir infecções virais. Alguns estudos relatam o impacto do consumo inadequado de sódio e álcool sobre o sistema imunológico, outros relatam a observação de que uma suplementação nutricional ou utilização de produtos naturais altamente diluídos (homeopáticos) podem auxiliar na melhoria das funções imunológicas Diferentes estratégias de intervenção para auxiliar na pandemia de COVID-19, com base em diferentes faixas etárias, condições fisiológicas e médicas, estão sendo estudadas e estão aqui resumidas.

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